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Com 17 anos divulgando promovendo críticando, o RioArtCult é o + velho dos congêneres. Sendo que "velho", aqui como na vida, sinonima com experiência + conhecimento (de causa :) = Alle Kunst




Patricia Azoni (topo), Solange Palatnik (meio) e Sonia Madruga (acima) terão suas criações exibidas, juntamente com as de outros artistas brasileiros, em galerias especiais de 5 lojas da Macy's, nos EUA, até 15/7, no âmbito do mega-evento artecultural de sedutor título Brasil - A Magical Journey (abaixo) o que dispensa mais comentários.




By Marcio Atherino (no topo, com o pai, Theodocio, em recente visita à Grécia, terra de seus ancestrais, e na sequência 3 momentos significativos, que incontestavelmente atestam e sancionam sua contínua renovação e atualização - temática e técnica -, artista pre/ocupado que é em refletir candentes aspectos da humana vivência e (possível) sobrevivência : no joão de barro temerariamente abrigando a Terra em descartes; no "nadador" que em dinâmico esforço luta para se superar e superar as resistências de que é feito o viver; e na sintomática trajetória da águia, um pássaro pintado, seja voando para frente e para o alto seja mergulhando para agarrar a caça ou encontrar a morte.
Para dizer de Maria Lucia Pacheco e do Caos enformado por Eros, convém pontificar que toda arte começa com desenho - não importa se dedo na areia, graveto na lama, pedrinha na parede da caverna, na madeira, no metal, giz, lápis, pincel, cinzel... - e disso ela entende como poucos e como raros. E o mais importante! Comedida, mas também com toda ampla liberdade, ela sabe se manter nas exatas fronteiras do essencial, do absolutamente necessário, daí resultando essas cristalinas, mas, dada a dinâmica do fazer artístico, nao cristalizadas, resultantes formas sublimes. O mais será tergiversar.
A artista nasceu em Curitiba/PR, onde reside e tem o seu atelier. Bacharel em Pintura pela Escola de Belas Artes do Paraná e Licenciada pela PUC/PR, é integrante do movimento artístico brasileiro desde 1965, como professora de arte e artista plástica, participante de exposições no Brasil e exterior, com obras em diversos acervos públicos e particulares. Dedica-se à gravura em várias modalidades e em diversas variações, para compor as suas imagens. O gesto do corte, a alquimia dos processos, a revelação das linhas, a maneira indireta de construção, fazem da gravura o seu meio de expressão por excelência. [...] Clique AQUI para saber mais e conhecer melhor o universo da delicada ímpar artista e VEJA VÍDEO - Gravuras Xilogravuras Metal.

A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, até 3/6, a 55ª edição da mostra World Press Photo (WPP), a mais importante exposição de fotojornalismo do mundo, que este ano traz 170 fotos, de 57 fotógrafos, consideradas as melhores imagens publicadas na imprensa mundial em 2011, cobrindo diversos assuntos como política, economia, esportes, cultura e natureza. A foto vencedora desta edição, acima, foi feita pelo espanhol Samuel Aranda durante os confrontos em Sanaa, Iêmen, em 15 de outubro de 2011.
Exposição “Essência”, composta por fotografias, cerâmica, joias e grafite dos artistas brasileiros Cacá Meirelles, Jadde Flores, Patrícia Centurion e do duo colombiano 9polar. “Essência” descortina um universo de imagens inquietantes que dialogam com o inconsciente. As fotografias de Cacá Meirelles se utilizam da realidade para construir paisagens que transmitem sentidos e misticismo. Jadde Flores exibe série de pinturas sobre azulejo habitadas por figuras exóticas, que retratam os estados primitivos e irracionais do ser humano. O casal colombiano 9Polar (Nueve Polar) cria um mural em live painting, inspirado na obra do desenhista e ilustrador francês Jean Giraud, também conhecido como Moebius. A ourives Patricia Centurion apresenta criações em formatos e ângulos que revelam a natureza ainda bruta da ágata, do ouro e da prata. Até 30/6.
De 15 de Maio até 15/6b: exposição Fotógrafos Contemporâneos. As fotografias exibidas na coletiva foram selecionadas por uma comissão curatorial formada por Douglas Mendonça, Rafael Costa e Prof. João Spinelli. Além dos trabalhos impressos, a exposição ainda disponibiliza outras obras dos artistas convidados em monitores e iPads, junto com uma entrevista onde cada um fala sobre o seu trabalho e suas inspirações. As obras que fazem parte dessa mostra são um pequeno resumo da carreira dos profissionais participantes, trazendo aquilo que cada um considera como sendo o que há de mais representativo em suas respectivas trajetórias.Todas as obras estarão `a venda e e 100% do lucro será revertido para a TUCCA (www.tucca.org.br), associação sem fins lucrativos que oferece assistência multidisciplinar a crianças e adolescentes carentes com câncer.
A CAIXA Cultural Rio de Janeiro apresenta, de 15 de maio a 1/7, a exposição “Milton Dacosta, a Construção da Forma”, A mostra mapeia a produção de um dos ícones da arte moderna no Brasil, através de um conjunto de 45 obras, disponibilizadas de coleções públicas e particulares, além do acervo familiar, realizadas desde a década de 1930 até 1980. A visitação acontece de terça a domingo, das 10h às 21h, com entrada franca. A visitação da exposição se inicia com suas primeiras produções: retratos e paisagens impressionistas, nos quais já ficam evidentes características que o acompanhariam por toda a vida: o senso de construção formal, o desinteresse por temas regionais e a capacidade de captar a essência dos assuntos escolhidos. Em seguida, estão obras da década de 1940: figuras de pescoço longo e cabeças ovaladas, nas quais percebe-se a influencia da escola de Paris, especialmente de Cézanne, Modigliani e De Chirico.


Carlos Meinardi
participa da Exposição International, na Hungria, organizada pela Prefeitura Muncipal e Empresas de Turismo da cidade de Nyíracsád - Malom Gallery, até 30/5. Os temas são "Mulheres maravilhosas e O mundo Encantado das Fábulas". Curadoria: Jósef Kiss
A obra acima tem o titulo: "Muher", acrílico, 33x66cm, on card.

Há 12 anos morando na Bélgica e há quatro sem expor no Rio de Janeiro, o artista plástico carioca Sidnei Tendler inaugura uma exposição inédita no Rio de Janeiro. A mostra apresenta 12 trabalhos do artista e marca a abertura da mais nova galeria de arte do Shopping Cassino Atlântico: a TeC (Tendler Contemporânea). A exposição Fragmentos, Itaipava e UndedUn apresenta seis desenhos (que utilizam técnicas mistas - aquarela, lápis e nanquim sobre papel) e seis pinturas (acrílica sobre tela) em médios e grandes formatos. A série de desenhos intitulada Itaipava foi realizada em 2012 e as pinturas são da série UndedUn, que o artista iniciou em 2005 e continua produzindo até hoje, independentemente de outros projetos que realiza. O trabalho do artista é fortemente influenciado por sua formação em arquitetura, seu gosto por poesia e o exercício da fotografia. De 17/5 até 30/6.

"Ivald GRANATO, dada sua inquestionavelmente admirável trajetória e ascensão ao topo da pirâmide artística dos quadrantes mundiais, dispensa maiores comentários. Entretanto, diante de suas CorSimCorNão Kaligraphias, não me é dado silenciar, senão que proclamar = Elas fluem tais quais plácidos riachos cromáticos entoando em coro poéticas mensagens de consolo e esperança no curso da Grande Procissão Humana em direção aos incógnitos confins do Kosmo!
E, para... descontrair, como é próprio do bem-humorado e politalentoso artista - MC_mor das performances brasileiras -, entrevejo no ben trovato título sutil referência à linguagem informática operando com 1 ou com 0 e, ainda, e já extrapolando, certamente, também ao ansioso despetalar das margaridas dos eternos enamorados." By AlleKiunst.
Veja mais obras de Ivald GRANATO AQUI, saiba tudo sobre a arte dele AQUI e a bela Apresentação AQUI

< DEUS É FILTRO > = Exposição de Marcelo Brantes - De 13 a 27/5 (mediante marcação prévia), no Estúdio Dezenove = Travessa do Oriente 16A, Santa Teresa, Rio de Janeiro.
Marcado pela obsessão dos dias e das horas, pelos inúmeros cigarros fumados, o fazer do artista revela a obstinação dos apaixonados. Secretamente nos fala do delicado equilíbrio em que consiste a beleza, do quanto é frágil respirar e manter o pulso das convicções enquanto se espera a própria vida, em forma de arte, renascer das cinzas de tantos cigarros fumados. Deles nada se perde, tudo se transforma em poesia; tudo se cria.

Idem no Estúdio 19 = Lançamento do catálogo CROMO SAPIENS - 12 de maio às 19h.
CROMO SAPIENS é o nome dado ao projeto de Rubens Pileggi Sá, iniciado em 2009 e contemplado com o prêmio de apoio às artes visuais/2010, do edital da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro. Foram criados 5 instalações, várias ações, colagens de imagens lambe-lambe nas ruas, além da realização um álbum de figurinhas, intitulado NOWHEREMAN. A temática do trabalho é focada na mobilidade e na exclusão social na cidade do Rio de Janeiro e o desafio de seu autor, desde o início, foi o de criar uma obra que levasse à reflexão, sem perder de vista o teor artístico e plástico do trabalho realizado. Com um rico material crítico, comentários do público e imagens, o artista resolveu juntar tudo em uma publicação e, assim, realizar um balanço histórico e crítico deste trajeto.


A AM Galeria Horizonte abre Paisagem, coletiva com obras de artistas de diferentes gerações que dialogam entre si através da representação e da construção da paisagem nos dias de hoje. A mostra traz trabalhos de Adriana Rocha, Ana Michaelis, Franco Bubani, Franz Krajcberg, Franz Weissmann, Helder Profeta, Jomar Bragança, Leonora Weissmann, Livia Paola Gorresio, Nelson Screnci, Paulo Queiroz, Rolf Behm e Sylvia Amélia. A exposição, pensada especialmente para o espaço da galeria, apresenta no andar térreo uma instalação de Livia Paola Gorresio. Sylvia Amélia, por sua vez, criou um site specific unindo os dois andares do edifício com uma “hera” artificial feita de palavras recortadas. Juntam-se a elas obras em técnicas variadas, que passam pela pintura, fotografia, desenho e vídeo, nas quais o artista, além de interventor, é antes de tudo um contemplador da natureza. Até 8/6.
Referência absoluta no campo de confluências entre a arte e a tecnologia, Regina Vater retorna ao Brasil depois de morar por 20 anos nos EUA e ganha retrospectiva no Oi Futuro – Flamengo. De 22 de maio a 15/7, a exposição Regina Vater: Quatro Ecologias traz ao país a obra da premiada artista que, ao longo das últimas quatro décadas desenvolve um trabalho complexo e sofisticado no campo da fotografia, filme, vídeo, performance e instalação. Regina destaca-se também por sua obra gráfica experimental, que inclui livro de artista, arte postal e poesia visual. A curadoria da exposição é da crítica de arte Paula Alzugaray. Regina Vater foi uma das primeiras artistas brasileiras a trabalhar com vídeo e sua obra aborda, desde o início dos anos setenta, assuntos relacionados à ecologia. O título da exposição Regina Vater: Quatro Ecologias remete a Félix Guattari (1930-1992), filósofo francês criador do conceito As Três Ecologias (meio ambiente, relações sociais e subjetividade humana). Segundo argumento da curadoria, num trabalho que abrange as relações entre arte, sociedade, natureza e tecnologia, Regina Vater contribui de maneira expressiva para o debate sobre a emergência de uma nova ecologia nos âmbitos da arte e da vida contemporânea: a ecologia midiática.
No dia 8 de maio será aberta a individual “Passagens - Copacabana”, de JOANA TRAUB CSEKÖ, artista selecionada através do edital do Programa de Exposições Ibeu. A mostra, que acontece na Galeria de Arte Ibeu, estará aberta à visitação de 9 a 25/5, das 13h às 19h, de segunda a sexta-feira, na Av. N. Sra. de Copacabana, 690 | 2º andar. A entrada é franca. A série “Passagens” começou a ser desenvolvida em 2009 por Joana Traub Csekö e já foi exibida em Buenos Aires e São Paulo. A artista carioca, que se dedica à fotografia e a uma visão poética do urbano, mostrará a série pela primeira vez em uma individual no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha. “Passagens – Copacabana” foi concebida especialmente para o espaço da Galeria Ibeu, por estar localizada no coração de Copa. Será um conjunto de 14 imagens, todas feitas a partir de fotos tiradas nas ruas do bairro e compradas na Feira da Praça XV. “Ao privilegiar a ideia do processo e site-specific, proponho para a Galeria Ibeu uma exposição única: uma proposição experimental, que leva em conta o lugar da Galeria, trazendo Copacabana para dentro do cubo branco e levando o conceito da série “Passagens” para flanar por esse bairro tão rico e misterioso...”, diz Joana.
As artistas Maria Nepomuceno e Sara Ramo são as convidadas da 15ª edição do Projeto Respiração – Intervenção “O que não tem fim nem tem começo”. Com curadoria de Marcio Doctors, o Projeto propõe diálogos da arte contemporânea com o acervo da Fundação Eva Klabin, que cobre 50 séculos, da antiguidade ao modernismo. “Há sempre uma negociação entre o artista e a casa, e é dessa negociação que surgem os trabalhos”, explica Marcio Doctors. “A casa é muito generosa com os artistas, e absorve bem todos os trabalhos, que ganham destaque”. A ideia de convidar Maria Nepomuceno (Rio, 1976) e Sara Ramo (Madri, 1975), destacadas artistas de sua geração, foi a de “trazer duas linguagens muito distintas entre si, que percorrem diferentes caminhos”, observa o curador. “A contemporaneidade não busca a unidade da forma; busca formas nômades que se metamorfoseiam, e é isso que me interessa”, diz. Até 1/7.
Exposição “Yoshitaka Amano in Brazil”, com 35 trabalhos do artista japonês de 10 até 30/5 no Joh Mabe Espaço Arte & Cultura, no Jardim Paulista, em São Paulo. A visitação é gratuita e voltada a todo o público. Quatro das obras, aquarelas, são inéditas e foram produzidas no Brasil, onde o artista veio em março/abril para participar da feira Game World 2012, realizada no Centro de Convenções do Shopping Frei Caneca, em São Paulo, onde apresentou 31 litogravuras (réplicas seriadas de desenhos originais) ao público visitante. O teaser da sua nova animação, "Deva Zan", também será apresentado na capital paulistana. Amano, que ministrou palestras e sessões de autógrafos em São Paulo, também participa, em junho, da Art Basel, na Suíça - a mais antiga e importante feira de arte do mundo. As ilustrações são apenas uma das atividades do artista, que se dedica também à pintura, litografia, filme, cerâmica, além de desenhar padronagens/estampas para quimonos e figurinos para teatro kabuki e design de joias. Sofre influências de artistas de estilos díspares, como os europeus Gustav Klimt, Arthur Rackam e Kay Nielson, assim como das mitologias celta, grega e romana. As pinturas Art Nouveau e as gravuras japonesas Ukiyo-e também são foco de seu interesse como esteta.
O Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro, na Tijuca, apresenta a partir de 7 de maio de 2012, às 17h, para convidados, e do dia seguinte para o público, a exposição de longa duração “Rio Dança”. Com curadoria de Beatriz Cerbino e Leonel Brum, professores e pesquisadores de dança, a exposição oferecerá ao público um amplo panorama, a partir de instalações, vídeos e projeções, de quatro territórios de circulação da dança no Rio de Janeiro: Rua, com as danças populares; Salão, com as danças de salão; Palco, com as danças cênicas; e Virtual, com as videodanças e novas tecnologias incorporadas à dança.
No dia 28 de abril, o MAM Rio inaugura "Begin Anywhere: Um século de John Cage”, exposição comemorativa do centenário de nascimento de John Cage (1912-1992), um dos expoentes das vanguardas artísticas do século XX. Com curadoria de Luiz Camillo Osorio e Vera Terra, a mostra terá partituras gráficas de John Cage em diálogo com nove obras do acervo do Museu. No dia 12 de maio, às 17h, será realizada uma performance com obras do compositor, com a curadora Vera Terra e convidados. “Sua arte experimental marcou o século em que viveu. Cage promoveu a interpenetração entre categorias, dissolveu hierarquias. Trouxe o Zen para a arte do ocidente, antecipou o DJ com suas obras para rádio, aproximou as diferentes linguagens artísticas. Foi e continua sendo vanguarda”, afirmam os curadores Luiz Camillo Osorio e Vera Terra. Em diálogo com as partituras de John Cage, estarão nove obras pertencentes ao acervo do MAM Rio, dos artistas Josef Albers (Bottrop, Alemanha, 1888 - New Haven, EUA, 1976); Joseph Beuys (Kleve, 1921 - Dusseldorf, Alemanha, 1986); Jackson Pollock (Cody/Wyoming, 1912 - Nova York, EUA, 1956); Robert Rauschenberg (Port Arthur/Texas, EUA, 1925); Mira Schendel (Zurique, Suíça, 1919 - São Paulo SP, Brasil, 1988); Guilherme Vaz (Brasil); Paulo Vivacqua (Vitória ES, Brasil, 1971) e Wolf Vostell (Leverkusen, 1932 - Berlim, Alemanha, 1998). Até 20/5.
A 1500 Gallery exibe Horizons, até 28/9, trazendo dez trabalhos inéditos do fotógrafo Bruno Cals. Essa mostra é composta por obras que exibem uma continuação do tema da exposição que Bruno abriu na galeria em 2010, a primeira individual realizada no espaço, voltado a fotógrafos cujo trabalho traz algo de brasilidade e fotógrafos brasileiros que trabalham temas diversos. O artista decidiu dar continuidade à série com o mesmo propósito de investigação sobre a paisagem urbana, aprimorando o olhar e explorando novas localidades. Enquanto a primeira edição de Horizons focava-se primordialmente em registros da Europa e das Américas, a nova exposição traz também imagens captadas na Ásia, representada pelo Japão e pela China, que complementa uma visão global acerca do crescimento das cidades. Estados Unidos e Brasil também foram explorados pela lente de Bruno Cals para esses trabalhos. As obras que fazem parte da mostra seguem o mesmo conceito trabalhado por Bruno nos últimos anos: a inexistência de horizontes nas metrópoles. Horizons é uma coleção de imagens de paisagens que desafiam os limites da bidimensionalidade e provocam a perspectiva. As fotografias exibem ao mesmo tempo realidade e irrealidade, retratando objetos que existem, mas sob um ponto de vista que os torna imaginários.
A exposição Nuestro Sitio reúne artistas da Bolívia, Brasil, Colômbia, Chile, Equador e Paraguai, no período de 05 de maio a 24/6, no Museu de Arte Contemporânea de Niterói. É uma oportunidade de conhecer melhor esses povos, suas origens, memórias e culturas. Segundo Beatriz Bustos Oyanedel, curadora da exposição, na América do Sul, um território diverso no tocante a sua geografia, suas étnias e línguas, cujas constantes mudanças sócio-culturais são desenvolvidas de maneiras e ritmos diferentes, coabitam as dinâmicas das grandes cidades, marcadas pela vertigem do “desenvolvimento” e o impacto com o qual seus habitantes experimentam o crono, com aquelas pequenas comunidades cujo cotidiano está marcado pela subsistência e experimentam o tempo de maneira orgânica com a natureza. Os artistas participantes realizam seu trabalho visual considerando diferentes ênfases e dinâmicas identificadas em territórios da Bolívia, Brasil, Colômbia, Chile, Equador e Paraguai. Nuestro Sitio, através da visualidade e do olhar particular de cada artista participante, nos interpela: tensões ideológicas, fluxos migratórios, consumo e mercado, conformam os eixos permeáveis que urdem este tecido visual. A exposição impulsiona, espera ser uma oportunidade para conhecer mais um pouco de nossos povos, suas origens, sua memória, a maneira como nós integramos a contemporaneidade à forma em que vivemos.
A galeria Artur Fidalgo inaugura dia 26 de abril, quinta-feira, às 19h, a exposição “Nem mais, nem menos” que apresenta cerca de 20 trabalhos, quase todos inéditos, da artista Anna Bella Geiger. “Tenho feito muitas exposições, aqui e fora do Brasil, entretanto são retrospectivas ou mesmo recortes temporais ou de algum suporte específico, como os vídeos no Oi Futuro. Quando percebi estava há sete anos sem mostrar trabalhos novos e o convite do Artur veio na hora certa de eu me recolher para criar”, declara Anna Bella.
Clique e saiba por que críticos, conhecedores e colecionadores têm a arte de Renato Sant'Ana em elevado conceito. Da minha parte, na (feliz) falta de teorizaçõdes, revelo apenas que as obras do inventivo criativo artista com suas harmônicas sinfônicas cores nos proporcionam vívida experiência quântica.
No tangente à pintura acima, por exemplo, diz Renato, graciosamente, tratar-se de um "pesadelo" de cores e confirma portarmos a tabela periódica dos elementos simples em nossa pele", no que acerta no alvo - uma tatuagem gênica e genêtica que nos permeia nos infinitos intra e extra, completo eu.
By AlleKunst
A Galeria Murilo Castro apresenta a exposição Somatório Singular, com obras de sete jovens artistas que ficam expostas até o dia 26/5. Com a curadoria de Cristina Burlamaqui, a mostra reúne trabalhos de artistas comprometidos intelectualmente com uma experiência criativa, mesmo que descontraída. Com total conhecimento da herança neoconcreta e com aquele saudável frescor carioca, eles ativam um novo olhar sobre a arte contemporânea. Há um confronto com o cotidiano, a vivência da cidade, do bairro, com todo seu burburinho de carros, ruas movimentadas, música, entre outros. As obras – que incluem pintura, escultura, objetos, cor e luz – vão desde a interação da mass media, do design, do “comum” e, principalmente, da urgência do hoje, até intersubjetividades de jovens artistas com novos questionamentos e significados.

By José Roberto Brito, que:
Faz exposição individual na Sede da instituição financeira Crédit Agricole - Ile de France, 36, rue du Commerce, 75015, Paris, que representa a recompensa ao artista por ter sido o “Laureat 2011”, contemplado que foi com a premiação única na manifestação “Eiffel em Fête”, promovido pela Association Solidaire. No evento, o artista apresenta trabalhos da sequência Touloulous & Tololos, assim como da série Bumba-Meu-Boi, ambas pintadas sob técnica óst. Veja imagens do vernissage .
E participa da Biennial of European and Latin American Contemporary Art–BELA 2012, na Galeria do Palácios dos Cristais, em Porto, até 3/6. A tela especialmente escolhida pelo artista para o evento em terras lusitanas chama-se “BAILE DO ENTRUDO”, pelo fato de retratar a atmosfera dos bailes momescos de outrora. Biennial.

Celina Lisboa acaba de atualizar sua página com novos e belos trabalhos em naquim e acrílica sobre tela - Vale a pena conferir!

Até 26/5, a Galeria H.Rocha reúne, em seu e no espaço do Evandro Carneiro, um apanhado de quase vinte anos de pinturas do artista maranhense, radicado no Rio de Janeiro, Fernando Mendonça. São temas variados, com destaque para os trabalhos que, como diz Zeca Baleiro no poema que escreveu para o catálogo, fazem uma "fotografia crua da rua lirica nua ..." da cidade do Rio de Janeiro. É o bondinho flutuando em ângulo inusitado sobre o Pão de Açucar; é o entardecer na enseada da Urca com todas as cores dessa cidade; é o ir e vir dos Arcos da Lapa, são lugares menos votados ou visitados, mas igualmente cariocas, como a Praça da Harmonia, na Gambôa; a Rua Marechal Floriano e a Barão de São Felix, entre outros.
Simplesmente Doisneau / fotografia, até 17/6, CCJF = Av. Rio Branco, 241 – Centro, Rio de Janeiro.
Exposição inédita no país, que celebra o centenário de nascimento de Robert Doisneau. Um dos maiores nomes da história da fotografia mundial, desde o início da carreira ele se mostrou apaixonado pela poesia do cotidiano, a ponto de desenvolver um novo modo de pensamento visual, audácia esta colocada a serviço de um pensamento social rigoroso. Influenciado pelas obras de Henri Cartier-Bresson, Eugène Atget e André Kertész, ganhou fama por fotografar a vida social de Paris e de seus arredores, sem distinção de classe social: uma visão da fragilidade humana e das contradições da vida. Robert Doisneau morreu em 1994.
Onde Expor Arte? Onde Comprar Arte? Veja lista de galerias e espaços cult.

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UMA NOVA HISTÓRIA DA ARTE - com Mauro Trindade
INTRODUÇÃO A ARTE (crianças e pré-adolescentes entre 8 a 14 anos) - com Maria Costa
TRAJETÓRIA E AVALIAÇÃO - com Lia do Rio

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J. Navarro lança o instigante livro "NÓ do TEMPO" que versa sobre o amor e o medo


Trecho do livro:
“Corri até a outra esquina e entrei por uma fresta entre duas fachadas. Ao segundo passo, um degrau. E outro e mais um, enroscando escadinha pra dentro da escuridão. Ar bolorento. Não via palmo. Não precisava. A maldição sabia seu caminho. Só tatear de limo gosmento pelas paredes. Direita, esquerda, esquerda outra vez... O barulhinho da chuva mansa vinha junto na imitação das goteiras. Água fedida. E descia. Escada, ladeirinha, escada de novo. Descia para as entranhas das colinas do porto, por debaixo da vida normal dos assoalhos quentes, do sono abençoado de quem só tinha de se preocupar com o ganha-pão de amanhã.” + aqui

À venda nos sites: Livraria Cultura e Livro Novo


Zebragräs

Fotografier 2012

Ta hand om träden
By Maria Luisa Persson, artista brasileira radicada na Suécia, onde construiu carrreira e nome que rapidamente se espalhou por toda Europa e, dada a alta relevância artística de suas criações, também nas Américas. A lembrar que recentemente fez exposição individual em Búzios, na cidade balneária internacional do litoral fluminense. Conheça melhor a arte de Maria Luisa Persson cujo site é continuamente atualizado com novos trabalhos de surpreendente beleza e significação, pois Luísa combina com maestria o cromatismo, a forma e o conceito regente.
"Viagem ao Inferno Mitológico" by Enrico Mattievich

Comunicado: O novo "Press Release" do livro "Journey to the Mythological Inferno", de Enrico Mattievich, assim como dois artigos dele sobre Chavín, agora podem ser acessados "online" no maior website dos Fenícios, conforme atesta o Sr. Salim George Khalaf, criador e administrador do website sobre a civilização Fenícia, na seguinte mensagem:

Dear Enrico,
The New Release and the Articles are linked from the phoenicia.org home page under "Wat's New in Phoenicia" (first item). Further, the book is featured in the Byblos Mart page using information from the New Release: with links to where the "Journey to the Mythological Inferno" is available on Amazon.com and Barnes&Noble.com
Regards,
Salim

Saiba + sobre o Inferno Mitológico, de Enrico Mattievich


Caros amigos e amigas,
Por si, a indicação feita pela crítica Mariza Bertoli do meu nome ao prêmio Mário Pedrosa já era, simbolicamente, um prêmio para mim. Agora isto é algo concreto. A noticia me alcançou fora do país o que me impediu de compartilhar dela na ocasião, o que faço agora com muita alegria.
Agradeço na pessoa da Sra. Lisbeth Rebollo Gonçalves, presidente da ABCA, a todos os membros da instituição pelo reconhecimento ao meu trabalho.
Com um abraço,
Sergio Lucena
No link a seguir, a noticia da premiação: www.estadao.com.br/noticias/impresso,vencedores-de-premio-da-critica,o,vencedores-de-premio-da-critica,865117,0.htm
O RioArt faz coro e se congraça e parabeniza o criativo artista, segundo suas próprias palavras... duplamente premiado - pela credenciada indicação e pela premiação em si (ambas justas e merecidas).
Terça-feira, 8 de maio, o CCBB Rio inaugura a mais completa retrospectiva já realizada no Brasil sobre o cineasta sueco Ingmar Bergman. Serão mais de 50 filmes, além de um debate com o documentarista Stig Björkman e um curso com o jornalista Sérgio Rizzo. Bergman foi três vezes vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e recebeu diversos prêmios nos festivais de Cannes, Berlim e Veneza. CCBB Rio de Janeiro – 8 de maio a 10 de junho / CCBB São Paulo - 13 de junho a 15 de julho / CCBB Brasília - 19/6 até 22/7.
Inscrições para o workshop-residência em Julho de 2012 - "O Ator-Performer - Dramaturgia do Desejo", com Silvana Abreu. Será um mergulho de uma semana na afirmação da arte no corpo, pesquisando, experimentando e criando arte, teatro e muita vida. Vai ser muito especial, numa pousada repleta de energia em meio à natureza de São Francisco Xavier / SP - Brasil. Quem quiser se aventurar e ousar a alegria da criação, será muito bem-vindo! Atenção! As vagas são limitadas a 15 participantes, e as reservas são por ordem de inscrição (envio de ficha e depósito da primeira parcela). infos = www.silvanaabreu.com

Veja a bela variedade de ilustrações by Luca Vitali AQUI e colabore.


By Luca Vitali cujo calendário transfigura os meses em arte.

Conheça também o Blog de Luca.


No dia 25/5, acontece no Teatro Café Pequeno o show do grupo “La Vereda”. Formado por Daniel Sili (bateria), Pedro Silveira (baixo), Diogo Sili (guitarra), Guilherme Marques (teclado) Henrique Botkay (voz) e Julia Gorman (voz), a banda possui uma identidade própria. Sem ter um estilo musical definido, as composições transitam entre o funky/groove, jazz, folk, baião e rock n roll. As prosas descompromissadas em suas letras assim como arranjos originais fazem de La Vereda um trabalho musical cheio de caminhos e possibilidades. O grupo tem algumas influências como The Beatles, Os Mutantes, Raul Seixas entre outros e garante um show dançante e descontraído.
No dia 17 de maio estreia, no Teatro Leblon – Sala Marília Pêra, “Arte”, texto da premiada autora francesa Yasmina Reza, considerado um dos maiores nomes da dramaturgia contemporânea mundial e com dezenas de montagens em mais de 30 países. Para esta temporada, sob a direção de Emílio de Mello, que também assina tradução do texto, os atores Vladimir Brichta, Marcelo Flores e Claudio Gabriel – os dois primeiros, respectivamente, produtor e idealizador do projeto em parceria com Emílio – apresentam uma análise inteligente da amizade, através da ótica masculina. Um jogo cênico envolvente e humorado, com diálogos afiados que se desenrolam, vertiginosamente, em torno da amizade de três amigos e seus conflitantes pontos de vista sobre a arte, comportamento, trabalho, relacionamento e os mais diversos assuntos. Um turbilhão emocional que ataca, inclusive, o valor dessa amizade.
“O texto apropria-se de situações corriqueiras e mundanas e nos devolve toda uma discussão sobre questões da sociedade e do mundo contemporâneo.”, afirma Emílio de Mello. Até 15/7.
Estreia no dia 10 de maio, no Teatro Poeirinha, Querida Helena Serguêievna, de Ludmila Razumovskaia, o sexto espetáculo da LMPR - Cultura e Tecnologia. Com direção de Isaac Bernat e Helena Varvaki no papel título, a peça, que conta da visita inesperada que quatro alunos fazem a sua professora de matemática no dia do seu aniversário, tem também no elenco os jovens atores João Pedro Zappa, Fabio Enriquez, Marina Provenzano e Gabriel Vaz. Contemplada com o FATE para 2012, o espetáculo coloca em cheque a perda de valor do lugar do professor na nossa sociedade e os contornos que a relação aluno/professor podem tomar na atualidade. Num tempo em que uma mãe rouba provas do Enem para facilitar a prova de seu filho; alunos atiram a queima roupa em professores por estarem insatisfeitos com suas notas; um jovem transtornado invade uma escola e assassina 12 alunos; em que professores cada vez mais esgotados não tem tempo, espaço e condições financeiras para reciclar seu saber; alunos que estudam em instituições de ensino privadas se sentem no direito de pensar que o professor é um ser subalterno a eles, nada mais adequado do que falar sobre os limites das novas gerações e refletir sobre o lugar do professor na sociedade contemporânea. Até 1/7.

"São Jorge e Luz" e "Bandeira de São Jorge" by Sonia Madruga que assim homenageia o salvador da donzela, na era antiga, designado Perseu e, na nova, sincretizado São Jorge e mais recentemente Ogum - um e outros libertárias metáforas e daí muito queridas por todos os povos de todos os quadrantes, independente de crença ou ausência dela - pois humano algum é imune a uma bela história de AMOR MAIOR - desejo íntimo mas também fânero, ardente sempre, de todos quantos.
Maria Lucia Pacheco participa do livro "Elas Pintam, Elas pensam" - Antologia para artistas plásticas que também escrevem e reunirá textos e pinturas em edição de luxo, bilíngue. O lançamento, uma promoção da Literarte, será na Bienal de São Paulo e, posteriormente, em Nova York.
Saiba + sobre a arte de Maria Lucia Pacheco

Chaque MARDI, de 20h30 à 21h, Musique Classique Brésilienne présenté par la cantatrice soprano Ivonete Rigot-Muller sur Clube Brasil.
Ivonete Rigot-Muller = 06 60 73 12 00 + 01 42 07 37 71 = Association Brésilienne de Concerts

Maria Lúcia Pivetti, artista de renome e trânsito internacional, acaba de atualizar sua página. Veja também vídeo com mais obras e depoimento da artista.

Em sua intérmina busca por amor e beleza, Eleonora Duvivier, escritora de pulso vigoroso e firme, e alma delicada e sensível, se inspira nos divinos amores de Apolo por humanos para construir seu próprio romance, de trágico desfecho, baseado em fatos reais ocorridos no sintomático ano de 1968, iniciados no Liceu Franco-Brasileiro e esparramados pela cidade do Rio de Janeiro. Uma história da mais pura emoção sem ser destituída da mais plena razão.
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Leia crítica by Alexandros Papadopoulos Evremidis e conheça os demais livros de Eleonora

“Estamira – Beira do Mundo” - monólogo com Dani Barros e direção de Beatriz Sayad, estreia nova temporada, no dia 19 de abril, no Teatro Leblon – Sala Tônia Carrera. Adaptação a quatro mãos para o teatro – Dani Barros e Beatriz Sayad assinam juntas a dramaturgia do espetáculo – do premiado documentário Estamira, de Marcos Prado, sobre a história real de uma mulher descoberta pelo cineasta no Aterro Sanitário do Jardim Gramacho e que se tornou personagem central de seu filme. Uma catadora de lixo, doente mental crônica, com uma percepção do mundo surpreendente e devastadora. A peça não só é um documentário sobre Estamira, mas também um depoimento pessoal e artístico de Dani Barros, que reconheceu na história da personagem da vida real retratada no filme de Marcos Prado parte de sua experiência pessoal. O pano de fundo da história é o lixão, porta pela qual adentramos o universo de Estamira. Lá são encontradas cartas, memórias, histórias que não conseguimos jogar fora. Até 17/6.
A História da iluminação cênica moderna, no Brasil e no mundo, poderá ser conferida a partir do dia 04 de abril, no OI Futuro de Ipanema, com a exposição “Iluminando o Futuro – 50 anos Jorginho de Carvalho”. Com produção da EPA!, de Miguel Colker, idealizador do projeto, o evento apresenta quatro núcleos: Iluminação Cênica, Passo a Passo, Luz Interativa e 50 anos Jorginho de Carvalho. A exposição, com entrada franca, também fará uso das peculiaridades da iluminação cênica para proporcionar aos visitantes uma experiência de aprendizagem, apreciação e interação. Jorginho de Carvalho foi o pioneiro na iluminação moderna no Brasil. Com mais de mil espetáculos iluminados, foi o responsável por gerar o cargo “iluminador”, que antes atuavam apenas como eletricistas, e colocá-los nas fichas técnicas. Também foi o primeiro a receber os principais prêmios na categoria. Ate 3/6.
Muitos dizem que os jovens de hoje perderam os sonhos e as esperanças e não têm vontade de mudar o mundo. Mas poucos sabem o que realmente acontece na vida de cada um deles. No espetáculo “QUARTO DE ESTUDANTE”, escrito pelo psicanalista, dramaturgo, escritor e jornalista Roberto Freire, que estreia no dia 4 de abril de 2012, no Espaço dos Satyros I, na Praça Roosevelt, podemos perceber que o texto encenado pela primeira vez em 1974 no Teatro Oficina não perdeu o vigor, nem nas palavras, nem na força da própria juventude. E que eles ainda têm muito a dizer. A direção desta montagem é de Néia Barbosa e Marcelo Medeiros, que, juntos já dirigiram “Performances”, de Murilo Dias César; “Game Over”, de Wilson Fumoy e “Rapunzel” de Walcyr Carrasco. Até 30/5.
Curso extensivo às segundas : "O Ator-Performer - Dramaturgia do Desejo" com Silvana Abreu = Trabalha o processo criativo do ator a partir de uma abordagem corporal e autoral, para identificar e potencializar o que cada ator tem de mais expressivo e único. O objetivo é que o performer esteja tão comprometido com a criação (com corpo-voz-pensamento-emoção-intuição) que a cena seja necessariamente intensa, autêntica, prazerosa, alegre e vibrante. Técnicas de Teatro Físico, trabalho psicocorporal reichiano, corpo emocional e exercícios de criação personalizados. Infos: 11 3476-7767 / 3539-2985 / 7150-9607 - silvana@silvanaabreu.com
Livro “Um filósofo no ninho”, by Carlos Eduardo Doné.
O romance, inquietante, de alto teor psicológico, parte de um personagem peculiar, mergulha em seu interior, e mescla teorias de grandes pensadores com referências a figuras de mundo indie do cenário pop atual - passando por outras fontes, das mais variadas áreas. Wagner, Bach, Tom Jobim, Woody Allen, Bergman, Orson Welles, Frank Sinatra, Cole Porter, Arctic Monkeys, Radiohead, Smiths, Oasis, Richard Dawkins, Manhattan Connection, Nietzche, Schopenhauer, Flaubert, Voltaire, Tolstoi, Dostoiévski, todos citados ao longo desta narrativa de início arrebatador e final surpreendente, que mistura filosofia, discussão de grandes ideias e drama, a certa dose de humor, entre outros elementos, e deixa, em inúmeros sentidos, grande espaço para a reflexão.
Depois de sua estreia nacional em Brasília, chega ao Rio de Janeiro, no dia 16 de março, no Centro Cultural Banco do Brasil, o espetáculo JT – Um conto de fadas punk, de Luciana Pessanha, direção de Susana Ribeiro e direção geral de Paulo José. O espetáculo traz ao público a história ‘verídica’ de JT Leroy, um jovem escritor consagrado como um grande fenômeno da literatura mundial, admirado por personalidades como Madonna, Bono Vox, Winona Rider, que nunca existiu.
A peça, que traz no elenco Débora Duboc, Natália Lage, Nina Morena, Hossen Minussi e Roberto Souza, discute o que os sociólogos estão chamando de “geração da imagem” ou “geração midiática”, que tem fabricado muitas celebridades “relâmpago”. JT – Um conto de fadas punk é uma história inédita no Brasil, sobre a autobiografia de um personagem inventado. Um modo de criar que mistura literatura e performance. E agora se desdobra no teatro, onde o que se propõe é um espetáculo que traga na sua forma e na linguagem, as próprias questões que pretende discutir. Até 27/5.
No dia 10 de janeiro teve início, no Teatro II do Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, a série de concertos Eternos Modernos, idealizado pelo músico e escritor Antonio Augusto, que acaba de lançar o livro “A Questão Cavalier - Música e Sociedade no Império e na República (1846 – 1914)”, pela editora Folha Seca.
O evento, que acontece toda segunda terça-feira de cada mês até maio, lança um olhar sobre a busca da modernidade em diferentes temporalidades da produção da música de concerto no Brasil. Do percurso da modernidade como sinônimo de civilização no século XIX e início do XX, ao conceito de ruptura estabelecido com os processos de experimentação que marcaram a pós semana de arte, até o estabelecimento da meta-linguagem e da transversalidade que marcam a produção atual.
Ao trazer este diálogo entre memória e tempo presente, o evento Eternos Modernos agrega ao imaginário carioca, nesta temporada de 2012, a busca da liberdade de experimentações que deságuam em novas práticas.
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